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Projeto de lei SP Cidade da Música é pré-aprovado na Câmara de São Paulo





Enquanto a SIM São Paulo 2016 festejava sua abertura no Auditório Ibirapuera, um passo muito importante para a cultura da cidade de São Paulo foi dado na Câmara Municipal: o projeto de lei PL 376/2016 SP Cidade da Música foi pré-aprovado em primeira votação e segue para a segunda votação na semana que vem. “É um resultado que cria a possibilidade de aprovar o projeto ainda este ano”, observou o vereador Nabil Bonduki na SIM São Paulo, durante a mesa “Carta ao Prefeito – Todos pelo projeto de lei ‘SP Cidade da Música’”.

O PL “SP Cidade da Música” organiza a atuação do poder público e o apoio à música em São Paulo em diversas frentes, que vão desde a criação e circulação até a música de rua, a música instrumental e as ocupações musicais nos espaços públicos e equipamentos. “Eu tinha três projetos de lei na Câmara e decidi priorizar o SP Cidade da Música porque ele tem uma importância estratégica para a cidade”, explicou Nabil. “E também porque essa mobilização da SIM São Paulo é importante para que possamos ter, na semana que vem, uma presença muito significativa do setor da música na Câmara”, pontuou.

Na semana que vem irão acontecer várias sessões na Câmara entre terça e sexta-feira e Nabil diz que é muito importante a presença do setor da música. Segundo o vereador, a cultura é o setor mais mobilizado para a discussão do orçamento. “Haverá negociações e dificuldades, mas há uma simpatia pelo projeto SP Cidade da Música na Câmara e, com a presença de todos do setor da música, a chance de aprovação é significativa”, acredita Nabil.

nabil

“A música de rua é a forma mais democrática de todo mundo acessar cultura”, observou Inti Queiroz (Festival PIB) durante a conversa. Já Pena Schmidt, diretor do Centro Cultural de São Paulo, pontuou a importância de uma lei que favoreça a cultura citando exemplos de cidades como Berlim, na Alemanha, e Austin, nos Estados Unidos, como cidades que se desenvolveram a partir de leis que apoiavam a cultura, em primeiro plano, e a música, em particular.

“Assim como saúde e educação, a cultura é obrigação do governo”, disse Pena Schmidt. “A partir dessa lei, começamos a entender que isso é possível e necessário, que não precisamos ser tratados como produto dentro de uma sociedade de consumo. Não! A música é uma das atividades da sociedades que faz parte dos bens simbólicos que compõe tudo que nos define como brasileiros”, concluiu.

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