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Enquanto isso, no Brasil: Música Mundo e Rio Music Market





Uma delegação de 30 produtores brasileiros partiu para o Chile para participar do Imesur – El Encuentro de Industria Musical Latinoamericana (saiba mais aqui). Mas isso não quer dizer que o mercado de feiras e encontros da música esteja parado no Brasil. Muito pelo contrário. Por aqui, o movimento também é grande.

Na semana passada, Belo Horizonte (MG) abrigou a terceira edição do Música Mundo. Trata-se de um encontro internacional de profissionais e de amantes da música e da tecnologia. Neste ano, o evento alcançou números importantes: reuniu um público de 2000 pessoas, contou com a participação de 50 profissionais (artistas, produtores de festivais, jornalistas e outros agentes culturais – provenientes de 10 estados do Brasil e de 14 países) e, segundo o Sebrae MG, ainda fomentou 757 reuniões entre os profissionais convidados e os 200 credenciados.

“As pessoas chegam ao MM abertas para se encontrar, trocar informações, experiências. Muita gente comentou como isso aconteceu intensamente nesses dias”, conta Gabriel Murilo, um dos idealizadores do Música Mundo. “Rolaram conexões boas, proveitosas, em nível profissional, artístico e pessoal. O retorno que tivemos dos participantes é que o MM foi uma oportunidade de tomar mais consciência das cenas que eles habitam e de como se articular nesses contextos”, completa.

A programação do evento mineiro listou shows, painéis, palestras, debates, workshops, instalações interativas, entre outras atividades. Ana Morena, do festival DoSol, foi uma das produtoras presentes no evento. Ela participou de dois painéis: “O papel político dos festivais no Brasil” e “Circulação em festivais brasileiros”.  Em ~textão no Facebook~, Ana Morena avaliou: “É muito legal ver a diversidade dos festivais e notar que cada um tem seu tamanho, sua estética e sua importância, mas que a utopia é a mesma”. E ainda compartilhou: “Uma pessoa pontuou e, realmente foi interessante ver, como – em ambos os painéis – tinha mais produtores e realizadores interessados nos processos do que bandas querendo saber como tocar”.

Dessa forma, o Música Mundo se estabelece no calendário anual de feiras relevantes, potencializando a troca de experiências e a formação de parcerias.

Enquanto isso, no Rio de Janeiro, Rock in Rio, certo?! Certo, mas não só. A capital fluminense recebe, entre 12 e 14 de setembro, a quinta edição do Rio Music Market, que é promovido pela ABMI – Associação Brasileira da Música Independente. Mais uma vez, o evento convida empresas e profissionais de todo o Brasil, assim como de vários países, para participar de painéis, apresentações e palestras com temas atuais, além de debates, atividades de networking,  showcases e happy hour. A ABMI firmou parceria com a SIM em 2016 e segue junto em 2017.

#TeViNaSIM:
– Na SIM 2016, Gabriel Murilo, um dos idealizadores do Música Mundo, participou da mesa “Novas feiras de música” (assista aqui). Ana Morena, do festival DoSol, também esteve presente. Ela foi uma das participantes da painel “Dando voz a elas” (confira aqui). A ABMI, por sua vez,  mostrou uma panorama dos seus 15 anos em um painel (veja aqui).

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