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NA SIM, ARTISTAS E PRODUTORES CELEBRAM O APOIO DA OI À MÚSICA





Além de patrocinadora da sexta edição da Semana de Música de São Paulo, sendo responsável pelo disputado Espaço Oi LabSonica, no Jardim Suspenso do Centro Cultural São Paulo, a Oi também mostrou para os credenciados da SIM seus projetos do ano, como o LabSonica e ASA (Arte Sônica Amplificada), e falou sobre seus patrocínios na área da música, representado por Victor D'Almeida (Oi Futuro).

A mesa contou com a presença de artistas e produtores contemplados: Camila Garófalo (SÊLA/SP), que contou com apoio do Oi LabSônica para lançar uma coletânea produzida e protagonizada por mulheres; Larissa Conforto, que além da coletânea da SÊLA, foi selecionada pelo ASA; Reneé Chalu (Festival Se Rasgum/PA), festival que contou com patrocínio do programa Pontes, do Oi Futuro, em parceria com o British Council; Carlos Albuquerque (Festival Ultrasonidos/RJ), que em 2019 será realizado no espaço Oi LabSonica, no Rio; e Rodrigo Garcia (Selo Porangareté/RJ), também apoiado pelo LabSonica.

Oi LabSonica

O fomento da cadeia produtiva da música promovido pelo Oi Futuro passa pelo LabSonica, laboratório de experimentação criado para estimular a inovação no campo do som e da música. O espaço tem como foco residências artísticas e conta com toda infraestrutura necessária para a troca de experiências entre profissionais da área como bandas, músicos, produtores, gravadoras independentes.

No painel mediado por Anderson Foca (Festival DoSol/RN), estavam presentes três projetos selecionados via edital para o LabSonica: a Coletânea SÊLA de Produtoras Musicais, realizado este ano; o Festival Ultrasonidos, previsto para 2019; e o Selo Porangareté.

“O grande lance é somar produção em rede. A ideia da SÊLA é juntar mulheres em todas as cadeias produtivas e essa parceria da SÊLA com LabSonica é isso”, explicou Camila Garófalo, que reuniu nos últimos meses artistas e profissionais de diferentes estilos, que gravaram, arranjaram e mixaram outras artistas em seus próprios estúdios ou em estúdios parceiros da SÊLA como LabSonica no Rio de Janeiro, o estúdio dos selos Freak e Hérnia de Discos em São Paulo, e o Estúdio Colina em Curitiba. Para sua primeira temporada, o projeto contou com nomes como Mônica Agena, Naná Rizinni & Joana Cid, Anna Tréa, Theodora Charbel, Desirée Marantes, Bárbara Eugênia, Mariá Portugal, Luana Hansen, Papisa, Rafaela Prestes, Natalia Carrera, Alejandra Luciani, Malka, Helena Duarte, Erica Silva, Sara Não Tem Nome e Leto.

“Nosso desejo é que existam mais estúdios pelo Brasil, mais LabSonicas”, contou Victor D'Almeida, completando a fala de Camila Garófalo comentar a importância do espaço para a música brasileira.

ASA e Programa Pontes

“A Oi está plantando sementinhas pras árvores crescerem sozinhas. O patrocínio é um start, mas não deixem de fazer as coisas. Tentem fazer coisas inovadoras”, destacou Larissa Conforto, uma das 50 mulheres do estado do Rio de Janeiro selecionadas para o ASA, programa realizado pelo Oi Furuto e pelo British Council, em parceria com as instituições britânicas Lighthouse e Shesaid.so. “A gente precisa muito urgente do ‘o fazer da cultura’, ainda mais nesse ano que vamos entrar. Que a gente quebre padrões. No ASA a gente discute isso, pensar em outras maneiras de fazer música.”

“No primeiro semestre a gente vai fazer essas novas diretrizes para cessão de espaços. Em janeiro sai novo edital do programa Pontes para artistas britânicos [virem ao Brasil, como foi o caso do Se Rasgum, que trouxe a banda inglesa AK/DK pra realizar uma residência artística com os paraenses do Uaná System]”, avisou Victor D'Almeida. “Cada vez mais a gente tem menos [incentivos públicos para a cultura], só que teremos que ser criativos. Qual o valor da troca além do financeiro?”, questionou.

* Texto: Bruno Dias Foto: Victor Balde

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