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Fabricio Noronha comenta sobre como a cena musical atrai novo negócios





Por Mariana Junqueira

A SIM São Paulo é frequentada por profissionais de diversas áreas do mercado. A série Humans of SIM traz histórias de pessoas que aproveitam o melhor do evento para expandir os seus horizontes. Este episódio é sobre Fabricio Noronha, secretário de Estado da Cultura do Espírito Santo. 

O fortalecimento da cultura e da música tem como importantes aliados o fomento do poder público e a criação de mecanismos de incentivo à produções locais. Fabricio Noronha é secretário de Estado da Cultura do Espírito Santo e acaba de anunciar o programa Cultura Conecta que dará suporte à produção cultural capixaba promovendo a formação, intercâmbio e acesso a cultura. “A cena local da música reflete bem a fervencia cultural de qualquer lugar. Uma cena aquecida, movimentada, fortalece o pertencimento do cidadão com seu local e contribui sem dúvida alguma com a presença para além do seu território, daquela cidade ou estado - impactando na atração de novos negócios e turismo”, enfatiza.

Para o secretário, a música é um reflexo da sociedade e traz indicadores que ajudam a direcionar as políticas públicas: “O mercado da música é muito dinâmico e funciona como importante antena que diz muito sobre comportamento e consumo. É importante para o poder público estar atento e conectado a interfaces como a SIM São Paulo. As políticas públicas só se efetivam e transformam a vida das pessoas, de maneira ampla e inclusiva, se de fato atender e responder a esse dinamismo.”

Fabricio acredita que a SIM São Paulo apresenta tendências que fortalecem a inovação na música e alimenta uma importante rede de contatos: “Para a gente que é apaixonado pela cultura brasileira e está mergulhado nesse mercado transversal da economia criativa o evento é possibilidade única. Pura potência.” Ele está de olho na SIM desde a primeira edição, ouvindo falar e acompanhando a repercussão nas redes sociais e em outros canais, mas foi só no ano passado que participou de fato: “Fortaleci a minha relação com outros agentes, festivais e artistas, o que garantiu oportunidades e efetivação de novos projetos e parcerias.”

Indicadores e ações na área de inovação também estão no radar de Noronha: “Inúmeros estudos sérios e boa parte das pesquisas sobre o futuro do trabalho apontam para importância fundamental da cultura e da economia criativa como novo vetor de desenvolvimento econômico. Aqui no Governo do Estado de Espírito Santo, vemos justamente na inovação e na criatividade uma possibilidade inclusiva e de redução das desigualdades. Estamos diante de um mundo próximo da internet das coisas, da robotização e da inteligência artificial. O Brasil precisa estar preparado e tomar partido da cultura para isso - a SIM está na vanguarda disso”.

 

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