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Thais Pimenta valoriza contatos e oportunidades obtidos na SIM





A SIM São Paulo catalisa encontros: profissionais de diversas áreas do mercado frequentam a feira e expandem seus horizontes e conexões. A série Humans of SIM traz histórias de pessoas que comparecem e aproveitam o melhor da SIM. Este episódio é sobre Thais Pimenta, jornalista no comando da agência de comunicação Café 8.  

Antes mesmo da SIM São Paulo começar, as redes de contato se desenvolvem entre os credenciados através da PRO-AREA Virtual. Durante o evento, essa característica da convenção se amplia e as oportunidades de networking são inúmeras. A jornalista Thais Pimenta, que dirige a agência de comunicação Café 8, relata a importância desses encontros: “As relações são mais próximas quando você está em um evento deste porte, é mais fácil articular parcerias, fazer o jogo virar.”

Thais trabalha com a gestão da comunicação de artistas como Arnaldo Baptista, Tagua Tagua e Romero Ferro, criando planejamento e estratégias de divulgação. Tem também em sua cartela festivais importantes como o Coquetel Molotov, que acontece em Recife. Seu primeiro contato com a SIM aconteceu em 2013 quando o artista Thiago Pethit, um de seus clientes, foi convidado para participar de uma mesa no evento. “Fiz minha primeira reunião com o Festival MADA na SIM e lá se vão dois anos de parceria. Estreitei laços com a Erva Doce também, produtora com a qual já trabalhei em dois projetos: Dingo Bells e Luísa e os Alquimistas,” revela. 

As palestras, mesas e debates que acontecem durante o evento também são muito valiosas para os participantes. “Foi na SIM que tive certeza que me mudaria para Portugal, depois de assistir a uma mesa sobre conexões entre os dois países,” conta a jornalista que agora explora o mercado português, trabalhando com assessoria de imprensa.

Morando e atuando profissionalmente em Lisboa, ela aponta diversas diferenças entre os dois mercados: “Portugal é um mercado muito pequeno comparado ao Brasil, as relações aqui estão mais solidificadas, precisa chegar com calma para avaliar como somar. No meu caso, como assessora de imprensa, tenho tido uma receptividade dos veículos, eles são interessados com o que e como podemos colaborar, isso é bem legal”. 

Para os artistas que têm interesse em atravessar o Atlântico para tocar, ela aconselha: “Pra quem quer vir tocar aqui, o ideal é ir começando em lugares pequenos, construindo nome, sabe? Não tem muito segredo, mas nada é imediato. Portugal tem um tempo diferente, bastante distante do imediatismo do Brasil”. 

A jornalista estará em São Paulo em dezembro para acompanhar a sétima edição da SIM e diz estar bem animada para a feira, que é a deixa perfeita para matar a saudade de seu país natal,  trocar novas experiências com as pessoas que estarão presentes no evento, assistir à programação e “fazer conexões que possam fortalecer ainda mais a ponte Brasil-Europa”.

 

 

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